Queridos visitantes,
gostaria de indicar a vocês
o livro PROFESSORES REFLEXIVOS NUMA ESCOLA REFLEXIVA
DE ISABEL ALARCÃO
domingo, 23 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
planos de aula
Achei um site que dá instruções de como fazer um plano de aula que acredito possa nos auxiliar.
Segue uma amostra, mas não deixem de visitá-lo. http://paginas.terra.com.br/arte/raiodeluar2004/Como%20fazer%20um%20Plano%20de%20aula.htm
Como fazer um Plano de aula!
Vamos por etapas:
É comum professores cometerem um grave erro ao montarem um Plano de aula: fazê-lo para si próprio. O Plano de aula deve ser feito para o aluno!
Como assim?! Você deve estar se perguntando...
É simples: o centro de um Plano de aula é, sem dúvida, o aluno! Como vai aprender e como vai receber o que você está propondo.
É preciso fazer com que o aluno estude para aprender e não para “passar de ano” e você só conseguirá isto se fizer um Plano de aula, onde ele (o aluno) é o “tema central”.
Mas o que eu, como professor(a), penso não conta?
É claro que sim, pois nós, educadores, somos os responsáveis por propiciar situações em que o aluno se aproprie do conhecimento. Lembre-se: o aluno não é um ser que não sabe nada e vai à escola para aprender tudo com o professor, que é o detentor do saber.
Agora que já “sabe” que o tema central do Plano de aula deve ser o aluno, você deve preocupar-se em criar situações interessantes para sua aula. Como são seus alunos? Do que mais gostam? Ouvir histórias, dançar...?
Evite pensar: “Como vou ensinar isto à turma?” e pense: “Como meus alunos irão aprender isto?”. O processo de ensino-aprendizagem é uma troca gostosa: você aprende com seus alunos e eles com você, pois cada criança já chega à escola com conhecimentos diversos... Assim como o professor...
Os alunos não são todos iguais, logo não aprendem da mesma forma. O educador deve conhecer e respeitar seu aluno. Respeitar seus limites, suas dificuldades, sua opinião...
Vamos para a prática!
Primeiro – TEMA GERADOR: Sua aula será sobre o quê?
Segundo – OBJETIVO: O que seu aluno deve FAZER, SABER e SER?
FAZER – o que seu aluno vai fazer durante a aula? Pintar? Dançar? Escrever? Recortar? Colar?
SABER – a atividade que seu aluno desenvolveu o levou a saber o quê? O que ele “aprendeu”?
SER – a atividade que seu aluno fez o levou a se apropriar de um conhecimento, certo? Como este conhecimento acrescentará nele (o aluno) como pessoa, cidadão?
Terceiro – PROCEDIMENTOS: como será desenvolvida a sua aula? Como proceder para que o aluno FAÇA, SAIBA e SEJA?!
Quarto – AVALIAÇÃO: como você avaliará seu aluno? (Não fique sentado durante o desenvolvimento das atividades, circule pela sala de aula observando-os e tirando, possíveis, dúvidas. Elogie, estimule, avalie!).
Algumas idéias!
Monte um Plano de aula em que o aluno participe. Promova debates, ouça-os e faça com que ouçam a você (eu utilizo muito a frase: Quando um fala o outro escuta!”).
Criança gosta de se sentir útil, promova brincadeiras para escolher o AJUDANTE DO DIA ( em minhas aulas o ajudante conta uma história ou narra um fato que aconteceu em sua vida, para a turma!). Decore a sala com enfeites confeccionados por eles mesmos.
Evite abstrair em suas aulas (principalmente na Educação Infantil) quando falar em “algo” leve “este algo” para que a turma veja. Se não puder levar, consiga fotos e mostre à eles.
Não crie situações complicadas demais, ofereça desafios pertinentes à idade de seu aluno. Fale de situações que lhe sejam familiares, cite o nome de algumas crianças e peça, se estas se sentirem seguras para tal, que contem como foi seu dia, ou como foi sua última festa de aniversário... A partir daí conduza a aula de acordo com o TEMA GERADOR e vá inserindo os conteúdos propostos...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
EQUIPE PEDAGÓGICA
Acreditamos que a qualidade da Escola está na Competência da Equipe Pedagógica e na consciência de que a aquisição do conhecimento é um processo constatnte, que exige de todos uma postura aberta a mudanças.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Para Saber Mais!!!!
Uma sala de aula ás vezes tem alunos de várias partes do Brasil. E cada um fala de um jeito . Como proceder?????????????Saiba mais lendo o livro A lìngua de Eulália de Marcos Bagno, publicado pela editora Contexto, 1997.
Pârametros Curriculares Nacionais - Oralidade
Segundo os Pârametros curriculares Nacionais, o trabalho sistemático com a linguagem oral visa á ampliação das possibilidades de inserção e participação social do aluno por meio do desenvolvimento de capacidades relacionadas ao uso e á adequação da fala e diferentes situações comunicativas, tais como:
Troca de Ideias; Fazer perguntas relacionadas ao tema da conversa,
Relatar um episódio do cotidiano;Pedir uma informação Transmitir um recado; narrar uma história conhecida;falar de um assunto estudado;cantar uma canção ou recitar um poema.
A oportunidade de usar a fala em situações significativas e próximas ás práticas sociais reais permitem ao aluno ao longo da escolaridade desenvolver as competências necessárias para decidir o que falar e a maneira mais adequada de se expressar, bem como adequar a fala ás circunstancias em que ocorre a comunicação, á intenção comunicativa e ao interlocutor. Assim, os recitais de poemas e de parlendas, a cantoria de canções conhecidas e as situações de seminários e palestras são ótima oportunidades para o trabalho com a língua oral.
Troca de Ideias; Fazer perguntas relacionadas ao tema da conversa,
Relatar um episódio do cotidiano;Pedir uma informação Transmitir um recado; narrar uma história conhecida;falar de um assunto estudado;cantar uma canção ou recitar um poema.
A oportunidade de usar a fala em situações significativas e próximas ás práticas sociais reais permitem ao aluno ao longo da escolaridade desenvolver as competências necessárias para decidir o que falar e a maneira mais adequada de se expressar, bem como adequar a fala ás circunstancias em que ocorre a comunicação, á intenção comunicativa e ao interlocutor. Assim, os recitais de poemas e de parlendas, a cantoria de canções conhecidas e as situações de seminários e palestras são ótima oportunidades para o trabalho com a língua oral.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O novo saber

Através dos contatos que as crianças têm com os meios de comunicação, mídia e tecnologia, faz com que a criança, mesmo antes de entrar na escola, adquira saberes, pois o homem é construtivista e se constrói através do tempo e da interação com a sociedade, na qual ela está inserida.
A escola deve ajudar no desenvolvimento do saber e fazer a mediação entre o aluno e o conhecimento, incentivando-o a desenvolver pensamentos críticos.
A escola deve ajudar no desenvolvimento do saber e fazer a mediação entre o aluno e o conhecimento, incentivando-o a desenvolver pensamentos críticos.
sábado, 11 de outubro de 2008
A escola que queremos não é utópica, ela pode existir sim. Depende, em um primeiro momento, da boa vontade dos educadores diante do novo cenário educacional.
Diante de tantos avanços tecnológicos, o novo profissional da área da Educação deve estar preparado para enfrentar os desafios impostos por estes "novos alunos" que chegam às escolas repletos de informações.
A tendência é pedir para que o aluno deixe do lado de fora da escola todo o seu conhecimento.
Acordem! O ambiente escolar deve ser utilizado para troca de conhecimento onde o papel do educador é muito mais o de mediador do que de um impositor de conhecimentos decorados para que o aluno os devolva da mesma maneira. A relação de troca é enriquecedora e o aluno é muito inteligente sim, basta apenas estimulá-lo em vez de cerceá-lo.
Bom, esta é a minha opinião.
Diante de tantos avanços tecnológicos, o novo profissional da área da Educação deve estar preparado para enfrentar os desafios impostos por estes "novos alunos" que chegam às escolas repletos de informações.
A tendência é pedir para que o aluno deixe do lado de fora da escola todo o seu conhecimento.
Acordem! O ambiente escolar deve ser utilizado para troca de conhecimento onde o papel do educador é muito mais o de mediador do que de um impositor de conhecimentos decorados para que o aluno os devolva da mesma maneira. A relação de troca é enriquecedora e o aluno é muito inteligente sim, basta apenas estimulá-lo em vez de cerceá-lo.
Bom, esta é a minha opinião.
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